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A importância do sono com o passar dos anos

Atualizado: 23 de fev. de 2023

E se eu te disser que a forma que você dorme hoje é um pilar fundamental quando falamos de envelhecer de maneira saudável?


Mais da metade dos idosos com mais de 65 anos se queixam de insônia e outras dificuldades com o sono regularmente. À medida que envelhecemos, nossos padrões de sono mudam.


Vou te contar como os hábitos que adquirimos durante a juventude podem influenciar a saúde e a vida na terceira idade.


A arquitetura do sono muda com o passar do tempo


As mudanças nos nossos padrões de sono fazem parte do processo natural de envelhecimento. Observe o sono de um bebê, eles dormem cerca de 16 horas e não faz muita diferença se durante o dia ou noite.


Já crianças, apesar do sono ser prioritariamente durante noite, ainda dura aproximadamente 10 horas, podendo ou não haver sonecas durante o dia.


Com as mudanças sociais e hormonais da adolescência, começamos a adquirir hábitos que têm impacto direto na qualidade do nosso sono. E, caso a gente não volte nossos olhos para essa questão, ela não fica melhor com o tempo.


Geralmente só vamos nos atentar para a quantidade e qualidade do nosso sono quando chegamos à idade adulta. É nessa fase que começamos a priorizar o trabalho e a vida social em favor dessas atividades e acabamos reduzindo, muitas vezes além do saudável, as nossas horas de sono.


Na terceira idade, é natural que nossas horas na cama diminuam. A duração do sono diminui e geralmente esse período se torna menos profundo e mais fragmentado. A quantidade de tempo gasta no sono REM é reduzida.


O ritmo circadiano – que é basicamente um padrão diário que afeta a maioria dos processos dentro do corpo – se reorganiza conforme envelhecemos.


É uma reação normal do organismo. Idosos precisam dormir menos horas durante a noite e por pequenos períodos durante o dia, segundo um estudo do Clinical Research Center, da Universidade de Surrey, no Reino Unido (clique aqui caso queira ler o artigo em inglês).


Nos últimos artigos, podemos ver o quanto a qualidade do sono afeta nossas funções cognitivas, saúde física e emocional. Portanto, é essencial observar se há prejuízos no período de vigília.


Se você se sente sonolento, se tem alterações de humor ou mesmo se se sente cansado e acorda com a sensação de que seu sono não foi revigorante o suficiente, não deixe de procurar ajuda de um especialista.


Como melhorar a saúde do meu sono?


A solução é bem simples: hábitos mais saudáveis. Tenha um horário regular para dormir, mantenha seu quarto escuro, não leve aparelhos eletrônicos para a cama com você, cuide da sua alimentação e faça exercícios físicos.


Pense no sono quase como uma aposentadoria: seus hábitos são a pequena quantia que você paga ao longo da vida para que possa desfrutar da terceira idade de forma mais tranquila e saudável.

Dormir bem é sinônimo de envelhecer bem, mas as necessidades de sono de cada pessoa são diferentes. Portanto, observe a qualidade do seu tempo acordado, se você perceber que como você dorme está afetando suas atividades diurnas, você deve investigar a causa e buscar medidas para descansar melhor. Busque um especialista, se julgar necessário.


Caso já esteja na melhor idade e perceba que, mesmo dormindo menos que antes, ainda se sente energizado durante o dia e acorda descansado, não se preocupe, é um sinal de que você dorme bem.


Mas, caso sinta alguma dificuldade ao dormir, eu criei um e-book chamado "Manual do Sono" para te ajudar a poder identificar o distúrbio do seu sono e qual o tratamento ideal SEM MEDICAMENTOS.

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